NÃO JUSTIFICA!




Essa semana o fato que mexeu com a cabeça de todos foi o comentado estupro que a jovem  do Rio de Janeiro sofreu. Sendo assediada por apenas 33 homens.
Isso 33.
Há pessoas que acusem o fato dela ser a culpada e “pediu” para ser estuprada.
“Ei, será mesmo que isso justifica o ato?”
Existem as chamadas opiniões, que sim são bem vindas, porém quando for pra causar bons argumentos.
Não estamos aqui para falar de apenas um fato, e sim de todos os estupros que acontecem no mundo por dia.
Acham que é pouco? Cerca de 1 caso a cada 11 minutos são marco em dados só aqui no Brasil, sem contar que apenas 30 á 35 % dos casos são registrados. Os outros estão sendo escondidos ou apagados por ameaças que são feitas pelos agressores para as vítimas.
Ainda comprovado por pesquisas, 70% dessas vítimas são adolescentes ou crianças e 15% envolve mais de 1 agressor.
Já se imaginou com medo das pessoas, ou de simplesmente sair na rua e ser abordada?
Isso ainda quando os estupros acontecem fora de casa, outra grande porcentagem acontece por parte de pais e padastros ou amigos e conhecidos próximos da vitima.

Montando o post, não conseguia deixar de comentar sobre a polêmica no caso da jovem de 16 anos, assediada por mais de 30 homens, relendo várias “observações” que foram feitas por pessoas físicas e não jurídicas.

Sobre isso, conversei com 3 pessoas sobre o caso. Jovens menores e com quase a idade da vitima.

  • °         E minha opinião continua a mesma, ela ta falando que foi estupro só porque divulgaram na net, pra "poupar" a família dela da vergonha”


  • °         “Levando em conta que a garota aos 14 anos já era mãe e legalmente 14 anos ela é uma criança,  e que as "más línguas" dizem que ela já se prostituia em troca de droga e seu próprio facebook já mostrava ser uma garota de índole duvidosa”. 


Concluiu dizendo,

  “Nada justifica o estupro, mas Tem um ditado que diz " a ocasião faz o ladrão" não que justifique, mas acaba deixando as coisas mais claras.

  • °          “Ninguém sabe se ela foi forçada mesmo ou concordou coma  situação, ela poderia estar drogada”



Minha opinião?
Apenas destaco “Estupro procede do termo Violação de vulneráveis que não é prostituida por vontade própria. Não é considerado estupro caso a mesma tenha concordado com a ação em plena consciência livre de qualquer produto ou drogas ilícitas.”

Concluindo o caso, devemos destacar que nada foi provado contra ela nem a favor. Apenas seus depoimentos curtos.




Acredito que esse fato tenha sido muito importante para o dia a dia não só da mulher ou homem que passa por essa situação, mas sim por todos!

Podemos perceber uma grande luta a favor desse assunto polemico que é o “estupro”.
 Até 1975 pouco se fava sobre o assunto. Foi quando grandes literários feministas começaram a lançar livros que falavam sobre isso.

Na mesma época destacavam-se o fato da mulher ter o não resistido ou se contribuiu ou não. Levava em conta ate mesmo como a vitima estava vestida e sua vida pregressa.

Hoje em dia, é mais difícil usar essas formas de atuação, ate porque a mulher é livre para usar e fazer o que quiser, ela teve a liberdade de expressão. QUE SIM É DIREITO!

Não importa o que vestir o que fazer, nem atitudes. A ação “estuprar” é um erro, é uma posse, é algo que não se deve jamais ser justificada.
A cada 11 minutos um caso (Apenas no Brasil).

E não adianta usar o termo de que a defesa esta sendo feita, pois não! Só se fala do assunto quando acontece algo grave ou polemico.

Vamos olhar para nosso redor, vamos observar quantos jovens existem. Sim a maioria.
Como será o futuro de nossos filhos, netos e ate mesmo conhecidos?

Vamos mudar, começando por nós e pobres pessoas que defendem essas atitudes.

Como dizia a obra de Susan Brownmiller, que aborda o estupro como sendo uma forma de violência, poder e opressão masculina e não de desejo sexual. Segundo ela, o estupro seria uma forma consciente de manter as mulheres em estado de medo e intimidade.


Não sejamos feministas, sejamos a favor do certo! Não seja a favor, não seja a vítima DENUNCIE!


Beijos da Ari


De acordo com o frio

MODA INVERNO

Eu particularmente, apesar de não gostar completamente do frio, amo as roupas de inverno!
Parece que as pessoas se vestem melhor, e ficam mais clássicas do que vulgar.

Antes que me chamem de louca, sei que não estamos no inverno. Mas é no outono que começamos nos preparar para o inverno, e não só psicologicamente. Se você assim como eu deixa para comprar roupas quando passamos frio irá se antecipar esse ano. Até porque o outono começou gelado!

Entre os dias 19 e 22 de janeiro, a Fenin Inverno RS recebeu lojistas de todo o país para apresentar as tendências que irão para as araras e prateleiras para temporada outono/inverno deste ano.



TRICÔ: DAS MÃOS DA VOVÓ PARA AS VITRINES
Se o outono e o inverno pudessem ser definidos em uma única palavra, seria o tricô. A técnica da vovó para entrelaçar os fios de lã tem tomado a cena da moda não é de hoje, mas agora promete de vez chegar às vitrines. Tanto o tricô quanto o crochê andaram, durante algum tempo, desatualizados até que novos nomes da moda, como o da gaúcha Helen Rödel, levaram os fios a outro patamar que não apenas o dos velhos suéteres. E na próxima temporada, eles permanecem. Para a produtora de moda Madeleine Müller, as peças em tricô vêm em pontos


As opções são variadas. Os vestidos de tricô devem ganhar as vitrines. Estampas que vão de uma pegada boho chique até modelos em cor única, como o preto, devem aparecer. Para o stylist Éden José, as peças podem ser complementadas com um casaco de couro ou uma jaqueta no estilo perfecto com aplicações variadas.
— Os vestidos de tricô são uma ótima escolha para a balada ou coquetel, por exemplo — aconselha Éden.

OVERSIZED: MAXICOLETES E CAPAS
Em um clima anos 1970, o maxicolete é uma peça que vem e volta das passarelas, mas ainda não não caiu de vez no gosto das mulheres. Mas isso pode mudar neste outono. Para a produtora de moda Madeleine Müller, a peça é ideal para quem quer alongar a silhueta:
As capas também devem ganhar as ruas, substituindo os quimonos, que estão fazendo bonito nas ruas neste verão.
— Os quimonos foram uma tendência que pegou muito. Acho que os maxicoletes de tricô com franja, no estilo boho antigo, e as capas também vão pegar de vez — aposta o stylist Éden José, que ainda aponta saias mídi e calças pantacourt como peças que também devem chegar às ruas no outono.

DO OFF-WHITE ÁS ESTAMPAS GEOMETRICAS E ÉTNICAS
Por aqui, o branco ainda não é reconhecido como uma cor para o inverno, mas o off-white pode ser um ótimo substituto. E o clássico preto e branco é sempre bem-vindo, principalmente, em peças com recortes mais ousados e estampas geométricas (sabe a estampa de bolinhas? Está valendo!).
— O casaco trapézio é uma peça-chave para o inverno e em preto e branco fica muito bem quando combinada com outra peça com mais cor — destaca Madeleine.

Assim como no inverno passado, as peles (sintéticas de preferência, ok?) também vão invadir os looks do outono/inverno 2016. Tanto peças inteiras, como casacos e coletes, e detalhes localizados, como em sapatos e bolsas, vão embalar os dias mais frios.


GENDER-BENDER
O movimento gender-bender coloca um ponto final nos limites existentes entre o guarda-roupa feminino e masculino, fazendo com que as peças de alfaiataria e cores neutras apareçam cada vez mais.


PEÇAS METALIZADAS
Para o outono/inverno 2016, o dourado perde a vez para a prata, que tem tudo para iluminar os looks sóbrios da estação. Casacos longos, bodies, botas, saias e até conjuntinhos com pegada futurista são algumas peças bacanas para usar e abusar nos dias frios.


RETRÔ ANOS 70 E 80
As tendências dos anos 70 e 80 continuam. Itens como calças boca de sino, vestidos florais, gola rulê, ombros marcados e couro, assim como estamparias com estilo tribal, étnico e boho peruano e a cartela de cores intensa, como o laranja, amarelo, lamê e vinil, vão embalar os dias frios do outono/inverno 2016.

COR BEGE
A cor curinga e neutra do outono/inverno 2016 será o bege, que virá mais amarelado e menos rosado do que o nude que reinou por muito tempo. Mas cuidado, a cor é difícil de usar já que deixa o rosto um pouco apagado. Confira a nossa matéria com as tendências de maquiagem para o outono/inverno 2016 para dar um up no visual!

SOBRETUDOS E CAPAS
Além de proteger do frio, os sobretudos e capas também vão dar um toque moderno ao look de inverno. Compridos por natureza, os sobretudos do outono/inverno 2016 são ainda mais longos, quase tocando o chão. Já as capas aparecem mais dramáticas e longas e até à prova d’água.


VELUDO MOLHADO
Depois de passar algumas estações no fundo do armário, o veludo vem com tudo outono/inverno 2016 na versão “molhado”. Para atualizar o tecido, as marcas apostaram em modelagens mais justinhas e cores inusitadas, como o verde, mostarda e vinho.


LISTRA PRETO E BRANCO
A listra p&b vai embalar muitos looks do outono/inverno 2016. Versátil, é a estampa aparece em calças, camisas e casacos. 


ANIMAL PRINT COLORIDO OU ESTILIZADO
Para o outono/inverno 2016, a famosa estampa foi renovada com variações de cor e de recursos gráficos. Oncinhas, zebras e girafas vão aparecer durante os dias frios.

POCHETES
Sim, você não leu errado. As pochetes têm tudo para bombar no outono/inverno 2016. Mas para poder ser adaptada em diferentes estilos, a famosa bolsa hit dos anos 80 aparece repaginada.




RESUMINDO

Para esse ano encontramos nas passarelas e nas revistas roupas do tipo QUENTES.
Tanto em cor, quanto em tecido. A moda é COLOCAR!
Isso mesmo, abusar do tecido, dos panos, lenços e tudo que for do seu gosto.
Como eu sempre falo... A moda é não ter moda. É usar como quiser, tomando os devidos cuidados é claro.

“A tendência é ser feliz.”

Beijos da Ari!!







Textos por Ariane Balbino, Site Revista Donna